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Review: Shadow Kingdom, de Bob Dylan

Por Márcio Grings “A tragédia e a comédia são dois campos que se tocam, o reverso da mesma moeda. Experimentar ambas só enriquece o ser humano e o torna mais sensível, mais compreensivo para com as contradições da própria vida” . A declaração de Buster Keaton (1895-1966), conhecido como ‘o comediante que nunca ria’, um das maiores estrelas do cinema mudo, se adapta perfeitamente ao protagonista de "Shadow Kingdom", apresentação virtual gravada por Bob Dylan em maio passado e que foi ao ar no último domingo (18). Lembro de Keaton, pois assim como o ator norte-americano, o tragicômico Dylan escolheu o passado como lar, tempo/espaço onde seu coração vive. Entre ambos, há (e houve) evidentes inadequações em aceitar a ordem das coisas. Filmado em preto e branco, o que vemos emula uma espécie de boteco de beira de estrada situado num universo paralelo de anos atrás.   Num contexto pandêmico, mas sem máscaras, há uma minguada plateia acompanhando a apresentação (cerca de 15 pessoas)

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