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Contém spoilier: Robert Johnson não vendeu a alma ao diabo

Por Márcio Grings Não interessa a perspectiva — um bom artista, não necessariamente precisa ser alguém ajustado com o sistema — pelo contrário —  “a falta de compostura é a marca do herói” , já nos lembra Jean Cocteau. Artistas, na sua maioria, são seres perturbados, assombrados, desajustados. Muitas vezes agem à margem da sociedade, são renegados, mal pagos, dão murro em ponta de faca, são sujeitos que abrem portas emperradas — muitas vezes a coice —, assim como nos revelam tanto as maravilhas da experiência humana quanto barbáries e injustiças. Bom artistas, experimentam, rompem fronteiras, são nossos dublês nas cenas perigosas, inventam no inesperado, zoam da descrença, balançam na vibração dos sacolejos do amor, fazem pactos, peitam o preconceito e levantam a poeira após levar rasteiras e mais rasteiras da vida. Antenas humanas, morrem em corpo físico, mas deixam legado, pois a arte não fenece, e reverbera além. Veja a live sobre Robert Johnson no Pitadas do Sal. O mito de Rober

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