10 Motivos para não perder os show do Iron Maiden em Porto Alegre

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Por Márcio Grings

Esqueça tudo o que você já viu em termos de grandes tours de rock que já passaram pelo RS. Após 11 anos, finalmente o Iron Maiden retorna a Porto Alegre. Além do Rock in Rio, a banda britânica faz show também no Estádio do Morumbi, em São Paulo, no dia 6 de outubro, e finaliza seu minitour na Arena do Grêmio, no dia 9. As apresentações marcam o fim da turnê Legacy Of The Beast Tour 2019, cobrindo 44 shows em seis países nas Américas do Norte, do Sul e Central.

Não que isso seja necessário, mas elencamos 10 motivos para você não perder os show dessa trinca mágica que se apresenta de maneira inédita na capital gaúcha.

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1 - O maior espetáculo da terra -

A extravagância ao vivo da Legacy of the Beast é baseada no jogo para dispositivos móveis da banda – Maiden: Legacy Of The Beast – no qual os fãs acompanham Eddie, o mascote da banda, enquanto a besta viaja por diversos mundos no espaço-tempo. O espetáculo oferece pirotecnias de última geração, mosquetes, explosivos, uma réplica do avião de guerra Spitfire, um gigantesco Ícaro e até um lança-chamas. Não se trata apenas de um show de rock, é muito mais do que isso!

Bruce Dickinson. Divulgação
2 - Bruce Dickinson - 

Bruce Dickinson (61) nunca teve aulas de canto, mas isso não o impediu de se tornar um dos mais respeitados vocalistas da história do heavy metal. O inglês cita como influências nomes como Arthur Brown, Peter Hammill (Van der Graaf Generator), Ian Anderson (Jethro Tull) e Ian Gillan (Deep Purple). Sua atuação ainda figura na primeira divisão do metal mundial, tanto em extensão vocal quanto em performance de palco. Ao assumir os vocais no álbum "The Number of the Beast"(1982), o gigante de 1,68m enterrou a lembrança de Paul Di’Anno, primeiro frontman da banda. Sucedido sem sucesso por Blaze Bayley (1994-1999) retornou triunfalmente ao Iron em 1999, de onde nunca mais saiu. Alguém ainda consegue imaginar o Iron Maiden sem Bruce Dickinson?

Smith, Murray e Gers, os guitarrristas do Iron. Divulgação  
3 - Três guitarristas no palco - 

Prepare-se, um exército de guitarras vai lhe esbofetear. Adrian Smith (62), Dave Murrray (62) e Janick Gers (62), reproduzem com fidelidade a massa sonora de riffs, solos, bridges, hammer-ons e pull-offs e todos os componenentes guitarrísticos que fizeram do Iron uma das bandas mais cultuadas do rock. Ao lado de Steve Harris, Murray é o único guitarrista a ter participado de todos os álbuns do grupo. Smith saiu do grupo em 1989, para retornar ao seu posto 10 anos depois, de onde nunca mais saiu. Gers, substituto de Adrian Smith, com sua volta ao grupo, além de também colaborar como compositor, é a terceira força que assume solos significativos nos shows, como no caso de "2 Minutes to Midnight".             

Steve Harris. Divulgação
4 - Steve Harris -

Muitas vezes imitado, poucas vezes igualado. ícone do baixo do rock, líder, principal compositor e mentor intelectual do Iron Maiden, Steve Harris (64) é cérebro por detrás da besta. O estilo de tocar baixo de Harris virou um marco dentro do heavy metal. Sua técnica de “galopada” (tocar 3 vezes a mesma nota) virou marca registrada e influenciou diversos baixistas. Lembre-se da figura de Harris, imagine-o com o pé no PA, olho fixo na lente apontando seu Fender Precison Bass para os fotógrafos, precisos vocais de apoio, e eis a materialização da presença física de um dos monstros sagrados do metal.

Nicko McBrain. Divulgação
5 - Nicko -

Nicko McBrain (68) é um dos mais respeitados bateristas do gênero. Fugindo da tendência de grande parte dos seus colegas de profissão, o músico não utiliza o bumbo/pedal duplo. McBrain construiu toda sua carreira tocando com bumbo/pedal simples - “Tenho problemas demais com um pé só. Imagina com dois”, justificou o músico em uma de suas entrevistas. O que Nicko chama de ‘problema’ na verdade é uma técnica desenvolvida por ele e que poucos bateristas conseguem reproduzir - tocar notas rápidas com um único pedal, assim temos a sensação de ser um pedal duplo. Mesmo sendo o integrante mais velhos do sexteto, McBrain é um dos motores do grupo.  

Eddie. Divulgação
6 -  Setlist - 

Mais da metade do repertório da "Legacy of the Beast" está compreendida em três álbuns - "The Number of the Beast" (1982), "Peace of Mind" (1983) e "Powerslave" (1984). Emoção garantida e certeza de conferir de perto temas como "Hallowed Be Thy Name", "Run to the Hills", "Revelations", "The Trooper", "2 Minutes to Midnight", e "Aces High". O restante é pinçado de outros seis ou sete álbuns, temas escolhidos a dedo e que representam o mais precioso sumo de três décadas de trajetória do Maiden.      

Arena do Grêmio em noite de show. Divulgação 
7 - Local do evento - 

Após tocar na Arena do Grêmio em dezembro de 2015 David Gilmour disse em sua página oficial no Facebook - “A Arena do Grêmio é uma das joias de Porto Alegre”. Ao lado do Beira-Rio, além de estádios que são referência não apenas no Brasil, a Arena do Grêmio é um local que apresenta todos os pré-requisitos para um evento do porte da Legacy of the Beast. Além do ex-Pink Floyd, já passaram pelo estádio Pearl Jam, Coldplay, Katy Perry, entre outros.      

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8 - Grings Tours leva você até a Arena -

Essa é para você que mora no Centro do RS. Como Rock ao Vivo acontece numa terça-feira, a Grings Tours oferece o clássico bate/volta até a capital. Nos últimos 10 anos, promovemos 35 excursões para as cidades de Porto Alegre e Curitiba. Transportamos mais de 1200 passageiros de todas as idades, assim como realizamos mais de 100 coberturas de shows nacionais e internacionais (confira AQUI nosso site de coberturas). Saiba mais sobre nossas excursões AQUI Garanta seu lugar no tour de Rock ao Vivo. Clique AQUI e coloque seu nome em nossa tripulaçao.

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9 - Sempre pode ser uma última vez - 

Os integrantes do Iron Maiden tem entre 61 e 68 anos. Se tomarmos por base que essa segunda vez da banda inglesa no RS acontece após um intervalo de 11 anos, fica fácil projetar que essa provavelmente seja a última chance de vê-los em nosso quintal. Se num exercicío de imaginação projetarmos uma nova vinda daqui a mais 10 anos, todos ja estarão na casa dos 70 anos. Será que em 2020 o grupo ainda estará na ativa?   

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10 - Indeciso se vai ou não vai?

Depois você vai ler o review do espetáculo, ouvir os comentários dos amigos, ver a repercussão na internet e provavelmente fazer a fatídica pergunta: “Por que não fui ao show?”. Eu não tenho a mínima ideia... No meu ponto de vista, se você é um amante do rock e reclama da falta de opções para ver espetáculos do gênero, só existe um possível local para você estar na noite do dia 9 de outubro. Nos vemos na Arena. Compre seu ingresso AQUI 

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