Roger Waters no Brasil: 10 Motivos para não perder o Us + Them Tour

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Por Márcio Grings

Roger Waters retorna à América do Sul em 2018 com nova turnê, Us + Them, digressão que combina clássicos do Pink Floyd e novas canções de seu trabalho solo. A turnê apresenta destaques de clássicos álbuns do Pink Floyd. Entre eles - "Dark Side of The Moon", "Wish You Were Here", "Animals" e "The Wall", além de músicas de seu mais recente álbum, "Is This the Life We Really Want?", aclamado por crítica/público como um de seus melhores trabalhos.

Relembre a última passagem de Roger Waters por Porto Alegre (25.03.12)

Waters começa os shows pelo Brasil nesta terça-feira (9), em São Paulo, no Allianz Parque; o tour segue no dia, em Brasília, no Estádio Mané Garrincha; em Salvador, espetáculo será no dia 17, na Arena Fonte Nova; em BH, dia 21 Waters estará no Estádio do Mineirão; no Rio de Janeiro, dia 24, o Estádio do Maracanã recebe o Us + Them Tour; Curitiba, dia 27, apresentação no Estádio Couto Pereira; e por último, Porto Alegre, show no dia 30 de outubro, no Estádio do Beira-Rio.

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Veja o vídeo que fizemos detalhando vários aspectos do tour.



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Não que isso seja necessário, mas o Memorabilia elenca 10 motivos para não perder a nova passagem de Waters pelo Brasil, e mais, 10 motivos para entender a relevância e como vários dos temas explorados pelo ex-Pink Floyd continuam em voga nos dias de hoje:     

1 - O MAIOR ESPETÁCULO DO ANO NO BRASIL -

Um palco de 750m²; porcos voadores; réplicas das chaminés da termoelétrica de Battersea, em Londres; projeções que usam tecnologia de ponta; 17 projetores de 30k; cinco projetores de 7k para as monstruosas chaminés e mais uma imensa tela de LED de 6k alimentada por 6 feeds; o mair telão frontal HD que você já viu na vida com resolução de 32 Mpixels, ou seja - uma parafernália tecnológica que deixa o público de queixo caído, além de potencializar todas as sensações de estar frente a um dos repertórios mais celebrados do rock em todos os tempos. Só para o porco voador, 48 câmeras e 12 Copernics seguem e iluminam um dos momentos mais esperados do evento. O animal inflável sobrevoa a plateia utilizando a tecnologia de um drone, materializando a recriação da capa de "Animals" (1977). 

2 - ATIVISMO NO ROCK - 

Esquerdista convicto (leia as biografias e confirme), durante sua última GIG pelos Estados Unidos o músico foi questionado pela imprensa sobre repercussões negativas por parte do público a respeito de seu posicionamento em estados norte-americanos com maioria Republicana (partido de Donald Trump): "Acho surpreendente que alguém possa ter ouvido minhas músicas por 50 anos sem entender [meu posicionamento]", respondeu. Inclusive, o músico dá uma alternativa aos fãs que não concordam com seu ponto de vista: "Vejam o show da Katy Perry ou assistam o programa das Kardashians. Eu não me importo". O ex-Pink Floyd  chega ao Brasil justamente no momento em que temos um país dividido pela polarização de dois candidatos à Presidência. Em quem você acha que Roger Waters votaria? Será que ele vai aprontar alguma durante seus shows por aqui?      

3 - MENTOR INTELECTUAL DA FASE CLÁSSICA DO PINK FLOYD -

Quando Syd Barret foi excluído das fileiras da banda, a impressão que parte da crítica e público partilhava era de que o quarteto remanescente não conseguiria seguir no mesmo fluxo criativo do criador original. E para surpresa de muitos, eis que Roger Waters toma o leme do grupo e se torna não apenas o principal compositor do Pink Floyd, mas também o grande líder conceitual do grupo. Para citar apenas dois exemplos, as concepções de "The Dark Side of the Moon" (1973) e "The Wall" (1979), discos absolutos com a clássica plástica floydiana, saíram direto de sua mente. É claro, se David Gilmour é a voz de grande parte das canções, Waters é o cérebro da banda. Me perdoem os gilmouristas, sou um waterista convicto!     
    
5 - NOVO ÁLBUM SOLO É UM DOS MELHORES DE SUA CARREIRA -

Roger Waters reaviva o homem político por trás de um artista que nunca se furtou da função de ser um dos grandes militantes do rock. O compositor dispara contra Donald Trump, fala da crise dos refugiados, versa sobre a opressão, milita a favor do direito a privacidade, condena o individualismo e refuta o consumismo desenfreado. O tom provocativo começa pelo título (Esta é a vida que você realmente quer?) e segue com um punhado de boas canções que não apenas remontam ao melhor da fase de ouro do Pink Floyd, mas também revelam originalidade e o ressurgimento de um gênero que teve seu auge nos anos 1970: o rock progressivo, porém, com uma bandeira - o prog de protesto! Cerca de cinco canções do novo álbum estão no show. 

6 - CHANCE DE OUVIR CLÁSSICOS DO PINK FLOYD -

- E são quatro discos do Pink Floyd que ganham destaque no Us + Them Tour: "Medlle" (1972) "The Dark Side of The Moon" (1973), "Wish You Where Here", (1975), "Animals" (1977) e "The Wall" (1979), além de uma faixa de "Meddle" (1971). Ouça abaixo as prováveis canções que estão no setlist.



7 - DVD AO VIVO - Além de todo o aparato tecnológico, o que realmente importa é o somatório da proficiência técnica, com um dos melhores shows da atualidade no rock, um repertório emocionante e a sensação de que estamos vendo um DVD estar sendo filmado ao vivo frente aos nossos olhos incrédulos. Se você leu em algum lugar manchetes do tipo "Roger Waters mergulha em política e se esconde em banda cover de Pink Floyd", não se engane. É muito mais do que isso. Numa época em que os mega shows escasseiam no Brasil, o "Us + Them Tour" é o grande espetáculo do momento a reavivar o gigantismo dos concertos de rock.               

8 - UM SUPER TIME DE MÚSICOS - 

No grupo base, o velho colaborador do Pink Floyd, Jon Carin (piano, teclados, programações, guitarra e vocais); David Kilminster (Keith Emersom e John Wetton) - guitarra e baixo; Gus Seyffert (Black Keys, Norah Jones) - guitarra, baixo e vocais; Jonathan Wilson (Robbie Robertson, Crosby, Stills & Nash) - guitarra, baixo e vocais; Bo Koster (My Morning Jackett) - piano e teclados;   Ian Ritchie (Laurie Anderson, Gary Numan) - saxofone; Joey Waronker (Beck, R.EM) - bateria; Jess Wolfe (Lucius) - vocais de apoio e percussão e Doris Laessig (vocais de apoio e percussão). A massa sonora empurrada por esse super-time emula o espírito de um Pink Floyd na ponta dos cascos.

9 - AINDA HÁ INGRESSOS À VENDA - Em algumas cidade, na maioria delas, ainda há ingressos á venda (com setores esgotados). Garanta seu tíquete AQUI   

10 - INDECISO SE VAI OU NÃO VAI? -

Depois você vai ler a resenha do espetáculo, ouvir os comentários dos amigos, ver a repercussão na internet e vai se perguntar: “Por que não fui ao show?”. Eu não tenho a mínima ideia. A Grings Tours  proporciona para seus clientes essa experiência. Lembrando que aos 75 anos, Roger Waters provavelmente não retornará ao país nesse formato de espetáculo. Como perder? Entre em contato!

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