sexta-feira, 23 de setembro de 2016

SÁBADO NO TREZE: SôNICO FESTIVAL: PYLLA C14, NOCET, GUANTÁNAMO GROOVE E BLAST0FF! + CONVIDADOS

Pylla Kroth. Foto: Yuri Weber
Se você gosta e prestigia o rock santa-mariense, então o nobre leitor que lê essas linhas tem compromisso firmado na noite deste sábado (24), às 20h, no Theatro Treze de Maio. O Sônico Festival reúne num mesmo palco nomes lendários da música daqui como Pylla Kroth/C14 e Nocet, além de uma das bandas interessantes da atualidade no quesito ‘música autoral’, a Guantánamo Groove + uma rapaziada esperta que está colocando as mangas pra fora, a BlastOff! Os ingressos antecipados estão à venda por R$ 25 na bilheteria do Treze. 

Nocet. Foto: Carolina Reichert
Além das bandas destacadas no cartaz, ainda há participação de outros artistas. Um deles é o violonista Marcos Kröning. “A cena santa-mariense é tão rica (...) Por exemplo, Kröning tem um trabalho que bebe em múltiplas influências, das quais o rock é uma das vertentes, além de ter integrado uma das bandas seminais da cidade”, disse Gérson Werlang em entrevista publicada em A Razão, falando inclusive como idealizador do Sônico, além de participar do evento com sua banda. A jornalista Rejane Miranda também faz uma ponta, ela que já atuou na noite local como cantora. Além disso, outras surpresas estão programadas, já que Werlang também comandará breves entrevistas ao estilo do que acontece no seu programa na Rádio Universidade (800 AM).
Gérson Werlang. Foto: arquivo pessoal GW


Guantánamo Groove. Foto: divulgação
 BlastOff! Foto: Joelison Freitas

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

SHOWS INTERNACIONAIS NO RS: O QUE VEM POR AÍ

Porto Alegre: Aerosmith toca no dia 11 de outubro.
Dando um F5 nos próximos shows internacionais que vem por aí até o final do ano. Sempre em Porto Alegre, dia 11 de outubro o grupo norte-americano Aerosmith toca no Anfiteatro Beira-Rio. 8 de novembro, no mesmo local, veremos Guns N’ Roses. Mais adiante, ainda em novembro (28), no estacionamento da Fiergs, será a vez do Black Sabbath. Em dezembro, no dia 3, no Opinião, Peter Hook (Joy Divison, New Order), faz seu debute no RS, dois dias depois, dia 5, Cris Cornell (Temple of The Dog, Soundgarden e Audioslave) se apresenta no Teatro de Sesi. E por último, no dia 11, num dos melhores locais para se assistir um concerto na Capital gaúcha, Araújo Vianna, o guitarrista Joe Satriani volta ao RS. 

Todas as informações nos links abaixo. Excursões saindo de Santa Maria rumo aos grande shows internacionais. 

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

NESTA SEXTA-FEIRA (23), HARVEST MOON VOLTA AO BOTECO DO ROSÁRIO

Foto: Yuri Weber

Prestes a completar quatro anos de atividade, a Harvest Moon volta ao palco do Boteco do Rosário (Rua do Rosário, 400), depois de mais de um ano sem tocar no bar. A apresentação será nesta sexta-feira (23), às 22h. No set, um passeio pelos mais de 50 anos da carreira de um dos mais talentosos artistas da música internacional.

Em formato acústico, Vinícius Brum (voz e violão), Vitor Cesar (violão e voz), Diego Fiorenza (baixo e voz), Márcio Grings (harmônica e voz) e Pablo Castro (cajón e voz), releem a jornada musica do músico canadense passando pelo Buffalo Springfield, Crosby Stills Nash & Young, sua carreira solo, chegando até os dias atuais.

Ingressos R$ 12.

WHITESNAKE - PORTO ALEGRE, 20 DE SETEMBRO DE 2016

Fotos: Fabiano Dallmeyer
O MELHOR DO HARD ROCK NO FERIADO DE 20 DE SETEMBRO


Quando vemos um veterano escolado como o de David Coverdale fazendo seu trabalho, fica claro perceber o quanto grande parte dos front men do hard rock devem a esse cantor inglês que completa 65 anos na próxima quinta-feira (22). A frente do Whitesnake, o vocalista passou nesta terça-feira (20) pela Capital gaúcha com o seu “Greatest Hits Tour 2016”. E como o nome da atual turnê propositalmente nos induz a pensar, sim, o que vemos realmente não passa de um delicioso resgate e desfile de sucessos desses quase quarenta anos de trajetória do grupo. 

Veja o ÁLBUM DE FOTOS de Fabiano Dallmeyer

Na verdade, as quinze músicas apresentadas do show do Pepsi On Stage compreendem um período específico de tempo (1980-1989), justamente o auge do Whitesnake. 21h30, as luzes apagam e “My Generation” do The Who é a trilha incidental que nos dá o recado de que um dos representantes da velha guarda do hard rock vai começar o seu show.

Foto: Fabiano Dallmeyer










Ouvimos enfileiradas “Bad boys”, “Slide it in”, “Love ain’t no stranger” e a balada “The deeper the love”. Artisticamente o tempo foi generoso com Coverdale, já que é fácil concluir que o inglês continua com a postura clássica que conhecemos dos vídeos e fotos. E convenhamos, não tem pra ninguém: ele é o rei das acrobacias com um pedestal de microfone! Se aquele papo de que ainda fuma três carteiras de Marlboro por dia é verdade, não sei. O fato é que David bebeu cerveja durante o show, não parou um segundo sequer diante do público gaúcho e ainda nos mostrou o quanto que sua garganta continua saudável e potente. No palco, a conhecida performance recheada de clichês com trejeitos copiados infinitamente pelos band leaders do planeta rock. E dá-lhe maquiagem e cuidado com as madeixas. 

Foto: Fabiano Dallmeyer
“Ain’t no love in the heart of the city” ganha uma versão/medley colada a “Judgment day”. Impossível pensar em apresentações do Whitesnake sem a inclusão deste tema. E assim, aos poucos, David vai apresentando a banda.  “Convido para tocar comigo pessoas que vão levar o Whitesnake para frente. Esses caras que estão trabalhando comigo hoje são incríveis nesse sentido” disse em entrevista a ZH. O fato é que mais de 40 músicos já passaram pelo grupo. No time atual, quatro norte-americanos. Nas guitarras, Reb Beach (Winger, Dokken e Alice Cooper) e Joel Hoekstra (guitarrista solo no musical da Broadway Rock of Ages). 

Foto (iPhone): Fabiano Dallmeyer
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Em solos distintos, os dois mostram suas habilidades no modelo clássico dos shows de hard rock. No baixo, Michael Devin (Lynch Mob) e na bateria, o veterano de muitas guerras Tommy Aldridge (Black Oak Arkansas e Ozzy Osbourne), apontado (com justiça) por muitos como um dos destaques da atual formação.  E por último, o cantor e multi-instrumentista italiano Michele Luppi, responsável pelas teclas e a ocupar o posto que já teve nomes como Don Airey e Jon Lord.

Foto: Fabiano Dallmeyer
“Cryin’ in the rain” é dos instantes que facilmente percebemos o tour de force pleno do Whitesnake. O quarteto que acompanha seu líder não poupa sorrisos e movimentações sob as luzes, e o principal: reprisa com certo ineditismo e frescor os sucessos da banda. Após o fantástico solo de bateria de Aldridge, “Is this love” é o coro que soa mais alto na passagem do grupo pelo RS. Sacaram que a palavra ‘LOVE’ é uma constante nos títulos? Sim, apesar de ser uma banda alinhada ao rock pesado, o amor é uma das temáticas favoritas de Coverdale.  Então... mais uma – “Give me all your love”. 

Foto: Fabiano Dallmeyer
Com cara de fim de festa, “Here I go again”, hit absoluto do álbum “Saint & Sinners” (1982), supostamente antecipa o desfecho da apresentação. Banda sai do palco e a audiência pede o retorno de seus heróis. Nesse jogo ensaiado e antecipado no Chile e Argentina, o bis começa com “Still of the night”, típica canção do Whitesnake da segunda metade dos anos 1980, que teve um videoclipe com a atriz Tawny Kitaen, que logo após se tornaria a senhora David Coverdale. A banda soa como se a noite estivesse começando. Na verdade, “Burn”, clássico do Deep Purple cantado por um ainda novato vocalista em 1974, promove a grande viagem no tempo da noite deste feriado de 20 de setembro. Fim de espetáculo após uma hora e meia de apresentação. Próxima parada: São Paulo.

Foto: Fabiano Dallmeyer
Falando um pouco mais sobre o tempo, parece que os anos não pesam para David Coverdale, pois sua voz continua brilhante, o vemos feliz com líder de uma banda rejuvenescida, e suas canções envelhecem sem perder o viço. Talvez um dos segredos desse vigor esteja na forma de David levar a vida, como tão bem nos revelou na mesma entrevista citada acima: "Meu filho me falou, dia desses: 'Pai, o tempo que você faz sucesso já é maior do que o tempo que você não fez sucesso' (risos). É indescritível. Minha vida é maravilhosa, inspiradora, rica, e eu tenho a sorte de continuar recebendo convites para tocar e gravar discos. O mundo mudou muito, e é interessante que o Whitesnake ainda faça sucesso. Por isso, eu tento manter as coisas interessantes". 

É... o que vivemos ontem no Pepsi On Stage, falando no quesito 'show de rock', certamente foi uma das noites mais interessantes de 2016. Próxima noite mágica da Grings - Tours, Produções e Eventos: Aerosmith, no Beira-Rio, dia 11 de outubro. Quem vem nessa?

Veja mais imagens no link ou abaixo. Os clique são do fotógrafo Fabiano Dallmeyer.

Foto: Fabiano Dallmeyer

Foto (iPhone): Fabiano Dallmeyer

Foto: Fabiano Dallmeyer

Foto: Fabiano Dallmeyer

Foto: Fabiano Dallmeyer

Foto: Fabiano Dallmeyer

Foto: Fabiano Dallmeyer

Foto: Fabiano Dallmeyer

Foto: Fabiano Dallmeyer

Foto: Fabiano Dallmeyer

Foto: Fabiano Dallmeyer

Foto: Fabiano Dallmeyer

Foto: Fabiano Dallmeyer

Foto: Fabiano Dallmeyer

Foto: Fabiano Dallmeyer

Foto: Fabiano Dallmeyer


Foto: Fabiano Dallmeyer

Foto: Fabiano Dallmeyer

Foto: Fabiano Dallmeyer

Foto: Fabiano Dallmeyer

Foto (iPhone): Fabiano Dallmeyer

Foto: Fabiano Dallmeyer

Foto: Fabiano Dallmeyer

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

ENTREVISTA: GÉRSON WERLANG

Foto: Márcio Grings
SÔNICO FESTIVAL REÚNE IMPORTANTES NOMES DO ROCK LOCAL E APONTA PARA A DIVERSIDADE DA MÚSICA FEITA EM SM

Desde maio deste ano o professor do Curso de Música da UFSM e integrante da Poços & Nuvens apresenta todos os domingos, às 11h, o programa Sônico na Rádio Universidade (800 AM). Sua estreia se deu poucos meses depois dele voltar de mala e cuia para Santa Maria, após vinte anos em Passo Fundo. Lá, como professor do Curso de Música da UPF, Werlang comandava outro programa radiofônico, o Art Rock. Quando chegou à UFSM, pensou em reeditar a ideia por aqui. E assim surgiu o novo programa, imerso no caleidoscópio didático e educacional do músico (e sob sua ótica particular). O Sônico passa o rodo no rock nacional e internacional, e também surge como espaço de resgate e fomento para a cena musical santa-mariense: “A cidade sempre foi rica em bandas autorais”, lembra nosso entrevistado.

O Sônico Festival surge nessa mesma batida e foco: de jogar luz no nosso som. O evento acontece no próximo sábado (24), às 20h, no Theatro Treze de Maio. No line-up, nomes importantes da história do rock santa-mariense como Pylla Kroth e a banda Nocet, um representante significativo da atual cena autoral da cidade, a Guantánamo Groove, uma jovem banda, a BlastOff!, além de convidados. Garanta seu ingresso na bilheteria do Treze (R$ 25 antecipados).

No último domingo, fui até a casa de Gérson e bati um papo com o idealizador do projeto. Entre centenas de livros, LPs e CDs, Gérson Werlang tem facilidade em falar sobre seu trabalho, a cena autoral daqui e se mostra empolgado com o minifestival, que segundo ele, é um embrião de um festival ainda maior.

MEMORABILIA: Esse ano tu completas 30 anos de trajetória, já que a Poços surgiu em 1986. Qual a diferença entre a cena daquela época e hoje?

"De alguma forma, sinto que aquele espírito [dos anos 1980] está de volta"
WERLANGEssa data (30 anos) traz algo inusitado. Por um lado ela existe, porque comecei cedo com a Poços & Nuvens. Mas, por outro, meu primeiro CD solo saiu em 2008, e, portanto eu me sinto no início de algo novo. A Poços foi um espaço fundamental de experimentação e aprendizado, onde conseguimos fazer muitas coisas, se considerarmos a distância das capitais. Tenho orgulho de termos sido convidados para uma turnê ao México, que gerou um disco, e também de termos tocado com grandes bandas, como a Focus (banda holandesa de rock progressivo) e outras, em festivais importantes de rock progressivo no Brasil ou no exterior. Tudo isso exclusivamente porque acreditavam em nossa música - falo coletivamente, porque foi um esforço coletivo, dos vários músicos que formaram a banda, entre os quais destaco Edgar Sleifer e Sávio Werlang. A cena musical da cidade nos anos oitenta, da qual fizemos parte, era uma cena instigante e renovadora, tanto que gerou várias bandas cujos trabalhos sobreviveram à prova do tempo, como Fuga e Nocet, que, não por acaso, estarão representadas no Sônico Festival. As diferenças, além da dificuldade da época em conseguir bons equipamentos, ficam por conta da menor quantidade de bandas, e da ênfase que havia em compor material próprio. Depois daquele período as bandas quase abandonaram a composição de temas próprios, para se dedicar aos covers. De alguma forma, sinto que aquele espírito está de volta, já que a cena atual está bastante interessante.

MEMORABILIA: Como tu enxerga Santa Maria dentro do espectro da música brasileira?

"Santa Maria tem uma orquestra. Isso é um privilégio, não são muitas cidades que tem isso"
WERLANGGosto da ideia do Vitor Ramil de que onde você vive é o centro de algo. Santa Maria não é São Paulo, não é o Rio de Janeiro, mas é o centro de múltiplas coisas: do estado do RS, de um ponto imaginário entre São Paulo e Buenos Aires, e sujeita a influências próprias. Muitos músicos formaram-se aqui, e estão espalhados pelo mundo. Mas, de alguma forma, eles retornam para cá, para beber da fonte inicial. Santa Maria tem uma universidade que tem um Curso de Música. Santa Maria tem uma orquestra. Isso é um privilégio, não são muitas cidades que têm isso. Acho importante estudar música, e muita gente escolheu fazer esse aprendizado formal. É um auxiliar valioso numa carreira de músico. Eu fiz esse caminho e vários outros músicos da cidade também, músicos do rock, da MPB, da música instrumental.

MEMORABILIA: E além das bandas, tem convidados deslocada da cena do rock, como Marcos Kröning Corrêa e Rejane Miranda. Onde eles entram no Sônico?

Ninguém fica deslocado no Sônico. Porque ele é um projeto que reúne jazz, blues, flertes com a MPB e a música clássica. O rock é um fio condutor. A cena santa-mariense é tão rica que muitas pessoas ainda desconhecem quem a faz ou fez. Por exemplo, o Marcos Kröning tem um trabalho muito bacana como violonista, que bebe em múltiplas influências, das quais o rock é uma das vertentes, além de ter integrado uma das bandas seminais da cidade. Quem for ao festival vai entender. A Rejane Miranda é uma jornalista conhecida e reconhecida, mas quando a cena rock da cidade estava em ebulição, ela estava lá, participando como cantora, cantando bossa nova e outras bossas, enriquecendo as influências musicais da cidade, que sempre misturaram tudo. O Sônico chega abraçando todos esses registros, e a ideia é ampliar esse embrião inicial para um festival de mais fôlego e que contemple ainda mais artistas e bandas. 

O Sônico Festival é um oferecimento da Central Sul Inox, Brassagem e 1824 Imigração. Apoio Leal Marcenaria, Idez, Progressive Dreamland. A produção é da Grings - Tours, Produções e Eventos. 

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

WHITESNAKE EM POA: NAS LETRAS DE DAVID COVERDALE, O AMOR É UM DOS TEMAS PRINCIPAIS DA BANDA


Foto: Giles Simon
Tá chegando o dia! No próximo feriado de terça-feira (20), o Whitesnake inicia a perna brasileira do tour “Greates Hits Live 2016”. Depois de passar por México e Chile, o grupo já está na Argentina, onde se apresenta em Buenos Aires (16) e Córdoba (17). A apresentação no estado será no Pepsi on Stage (Rua Severo Dulius, 1995), na Capital. Atenção: - ainda há ingressos à venda pelo site www.ticketsforfun.com.br


E pra quem ainda está em dúvida sobre o show, a banda liderada pelo vocalista David Coverdale vem ao país com um setlist repleto de hits, entre eles temas como “Love ain’t no stranger”, “For for your loving’”, “Is this love?”, “The deeper the love”, “Give me all your love” e “Ain’t no love in the heart of city”. Sacaram que a palavra ‘love’ é uma constante nos títulos? Sim, apesar de ser uma banda alinhada ao rock pesado, o amor é uma das temáticas favoritas do Whitesnake. 

Uma dessas canções você confere no player abaixo (com legendas em espanhol).

terça-feira, 13 de setembro de 2016

HARVEST MOON NO ZEPPELIN BAR

Foto: Gika Oliva
Prestes a completar quatro anos de atividade, a Harvest Moon volta ao palco do Zeppelin Bar (Venâncio Aires esquina Visconde de Pelotas) depois de quase três anos. A apresentação será nesta segunda-feira (19), às 22h, véspera de feriado. No set, um passeio pelos mais de 50 anos da carreira de um dos mais talentosos artistas da música internacional.

Em formato acústico, Vinícius Brum (voz e violão), Vitor Cesar (violão e voz), Diego Fiorenza (baixo e voz), Márcio Grings (harmônica e voz) e Pablo Castro (cajón e voz), releem a jornada musica do músico canadense passando pelo Buffalo Springfield, Crosby Stills Nash & Young, sua carreira solo, chegando até os dias atuais.

Ingressos R$ 15.

Foto: Yuri Weber

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